Se os anos 60 tivessem Twitter…

14 05 2009

Tirei daqui. Em tempo: no Twitter, somos @tatikmd e @lolarastaquoere. A Ana ainda não se rendeu.

Tati





Solar da Fossa

18 03 2009

Recebi na segunda-feira 16 um release da Editora Record que me deixou animadíssima: o lançamento do livro “Solar da Fossa”, de Toninho Vaz, que retrata os bastidores da pensão que abrigou nos anos 60/70 os grandes personagens da contracultura no Rio de Janeiro.

Fiquei sabendo desse livro direto da boca de Zé Rodrix e Tavito, que moraram naquela pensão nos loucos e longíquos 70´s. Na entrevista que eu e a Aline fizemos com eles para o TCC, em 2007, os dois contaram para a gente histórias absurdas da turma de desbundados que vivia ali. Eles comentaram, sem maiores detalhes, sobre o livro que estava sendo escrito. Quase dois anos depois, eis que recebo o release da Editora Record:

“Histórias e canções de um templo da contracultura
Livro de Toninho Vaz lembra o lendário Solar da Fossa, que durante os anos 60 abrigou artistas como Caetano Veloso e Paulinho da Viola

Entre 1964 em 1971, a pensão Santa Terezinha, instalada em um casarão colonial em Botafogo, tornou-se um dos mais importantes pontos de encontro da contracultura carioca. Apelidada de Solar da Fossa, era habitada por aspirantes a poeta, atrizes, cantores e jornalistas, até ser demolida para dar lugar a um shopping. Caetano Veloso, Gal Costa, Paulinho da Viola, Maria Gladys, Mauro Mendonça e Paulo Coelho foram alguns dos que passaram por lá, onde criaram canções e poesias e deixaram lembranças. Neste livro, o jornalista Toninho Vaz, autor de Paulo Leminski: o bandido que sabia latim, reconstitui a vida artística e criativa que ocupou esse folclórico lugar. SOLAR DA FOSSA acaba de chegar às livrarias pela Editora Record”

Fiquei empolgadíssima. Não comentei nada nos blogs porque queria tentar uma entrevista. E tentei: enviei dois emails às assessoras, sem nenhum retorno.

Eis que hoje abro o Caderno 2, do Estadão, e me deparo com a notícia de que o Toninho está processando a Record. Segundo ele, a editora lançou seu livro à revelia. Ele entrou na segunda-feira 16 com uma liminar para impedir que a obra seja comercializada. A Justiça aceitou.
Toninho Vaz alega que a Record lançou, na verdade, uma versão inacabada e “tosca” do livro. Os originais foram entregues à editora no início de 2007 – o plano do escritor era que o livro fosse lançado em 2008, na comemoração de 40 anos de 1968, o que não aconteceu. Toninho, então, pediu que o material fosse devolvido. E foi. O autor acrescentou mais 20 páginas aos originais, e incluiu também uma introdução de Ruy Castro. Planejava lançar a obra por outra editora – planejava, porque soube por um amigo que seu livro (ou melhor, os originais inacabados) chegaria às lojas nessa semana.

“Eu, Toninho Vaz, não reconheço o livro que por ventura estiver nos próximos dias nas prateleiras das livrarias”, escreveu o autor em seu blog.

Segundo o Estadão, a Editora Record afirmou, por meio de nota, que pagou pelos originais, da maneira como estava previsto o contrato. “Confiamos estar levando ao leitor uma obra importante que retrata um período marcante da indústria cultural do Rio de Janeiro e do País”, diz o texto.

Haverá uma audiência em 20 de maio. A Record terá que pagar multa de R$ 20 mil ao autor se o livro continuar à venda – e, pelo jeito, vai precisar colocar a mão no bolso porque em uma rápida pesquisada na internet é possível encontrar “Solar da Fossa” à venda.

Para saber mais sobre o Solar da Fossa:

Relato da Gal Costa e entrevista com Toninho Vaz.

Tati
(Foto de Fernando Angulo/SP)





Notícias

3 11 2008

“Olá Aline, Ana Paula e Tatiana. Venho aqui para parabenizá-las pelo belo trabalho que fizeram. O descobri num sebo e agradeci à Deus por ele ter parado em minhas mãos. Um documento desses não tem preço! Tenho também um livro publicado pela Conrad Editora (O Diário da Turma), escrevo em alguns blogs e tenho o meu As Efemérides do Rock Brasileiro. É de grande valor para minhas pesquisas o que vcs fizeram. Espero não perder contato com vcs e que continuem esse lindo trabalho.
Mais uma vez parabéns!”

Nossa, foi com muita surpresa que vimos o comentário de Paulo Marchetti. Ele comprou nosso livro num sebo. Como assim? Assim.

Imprimimos apenas 18 exemplares do livro. Cada um deles custou R$ 100. Por isso, selecionamos muito as pessoas que receberiam um exemplar. Gostaríamos de ter enviado um livro a cada uma das pessoas que colaborou, e a lista é longa – dá só uma olhada nos Agradecimentos, à direita. Infelizmente, não deu. Optamos por distribuir o livro para editores importantes e pessoas que poderiam abrir caminhos para um eventual lançamento. Esse foi o raciocínio: vamos otimizar esses poucos exemplares, porque se lançarmos, aí poderemos dar para todo mundo. Além de alguns editores, há exemplares com alguns jornalistas, com nosso orientador e com os membros da banca. Nem nós temos mais livros.

Pois bem: agora, descobrimos que alguma dessas 18 pessoas deu – ou vendeu – o livro para um sebo. Ficamos passadas. O Paulo foi o sortudo que achou nosso livro à venda, pelo preço de um livro usado. Não teve dúvidas. Levou. Leu, gostou, e comentou por aqui. E então, resolvemos investigar. Por coincidência, o sebo que ele comprou fica no mesmo bairro em que eu moro – saí do trabalho na sexta e fui direto apurar. O dono do sebo lembrou do livro, da compra do livro, mas não quem o vendeu. Ficou encafifado, assim como nós.

Quem será?

***
Tati

***

ps.: embora a ida ao sebo não tenha esclarecido o mistério, saí de lá com um disco Orós, de Fagner. Nunca tinha ouvido, e me impressionei. R$ 20. O disco, de 1977,  tem arranjos de Hermeto Paschoal e participação de feras como Robertinho do Recife na guitarra, Chico Batera na batera, óbvio, e Dominguinhos no acordeon. A sonoridade é experimental, psicodélica e maluca, em composições do próprio Fagner em parceria com gente do naipe de Cecília Meireles, Capinam e Belchior. Orós é a cidade em que Raimundo Fagner nasceu, no Ceará, no mesmo dia do meu irmão (13 de outubro).

ps2: bom, pelo menos o nosso livro foi para alguém que está fazendo bom uso. Paulo está usando o livro como fonte em pesquisas sobre música brasileira. O blog dele é esse: http://paulomarchetti.blog.uol.com.br/





Tietagem

21 10 2008
Emoção

Emoção





Sem barato

3 10 2008

Tá, é um mês de atraso, mas vale o registro: o Som Barato. O blog funcionou por quase dois anos, dispinibilizando mais de 2 mil (!) discos para download. Tinha de tudo: blockbusters, raridades, sambas, psicodelias, rocks, xaxados, de novos e velhos, de grandes e pequenos. Sem mais nem menos, alegando pirataria, a justiça fechou o blog. Acabou com a farra. Farra no bom sentido: quase um milhão de pessoas usavam o blog para se informar sobre música e conhecer novos sons. Essas pessoas vão dixar de fazer donwloads? Não, vão usar o emule, soulseek ou qualquer outro blog. É idiotice pensar que fechar um blog acabará com a transferência ilegal de músicas, porque isso já faz parte da internet! Ou a justiça revê a legislação ou vai ficar assim, enxugando gelo, para sempre.

Não é preciso nem dizer que esse blog e o nosso livro só existem porque pesquisadores musicais – como o Fábio do BrNuggets – dedicaram tempo para achar bolachas raras e disponibilizá-las na net. Quantas pessoas, antes disso, ouviam Ave Sangria? Colocar esses sons na rede só democratizou o acesso a uma coisa bacana que estava restrita aos poucos sortudos que tinham as bolachas.

E se fechassem o nosso blog também, só porque damos os links dos downloads?
Todo o trabalho de pesquisa e jornalismo aqui seria perdido, por uma arbitrariedade idiota. O que consola é que os próprios músicos – a maioria dos bons, felizmente – já percebeu que lutar contra a internet não leva a lugar nenhum.

Para protestar contra o fechamento do blog, o pessoal do Som Barato criou esse blog aqui: www.sembarato.blogspot.com.

Leia aqui entrevista (antiga) com Nruno Rodrigues, idealizador do Som Barato, aqui.

UPDATE: Entrevista muitíssimo pertinente com Lawrence Lessig,
criador do Creative Commons, publicada hoje na Folha Online.

-

Tati





Na bagunça do Matias

13 08 2008

Onde está Wally?

A explicação do próprio: “era soh pra dar um charme pra foto”.

Do Matias, agora aqui.

Tati





Retratação de Sérgio Dias…

4 04 2008

Bueno… como diz o título, retratação de Sérgio Dias…

MUTANTES – RETIFICAÇÃO ZÉLIA DUNCAN – SÉRGIO DIAS

Bom fofocas e tricôs a parte… deixo claro que só tenho gratas lembranças de Zélia junto a nós, basta nos ver no palco juntos. Zélia é minha amiga pessoal e citei a questão dela ter “servido”para mostrar que a música de Mutantes transcende os seus integrantes não limita a minha apreciação sobre o tamanho da bela colaboração que ela nos trouxe, antes de tudo no aspecto de alma e pessoa maravilhosa que ela é …Por favor não entendam com olhos de “águias” o meu pronunciamento, Zélia se transforma em outras, daí a brincadeira do ela é uma “transformer”…

Mas como vimos realmente uma Mutantes ela não é, mas nada muda entre nossa amizade, amor e carinho…

Com respeito

Sérgio Dias





Teste a sua psicodelia!

20 02 2008

Um amigo que tem muito o que fazer lá na editora Abril deu uma fuçadinha nos arquivos da Bizz e achou o seguinte teste! Valeu meu querido pinguim! ;-)

Enjoy,

Aline

PUBLICAÇÃO: ShowBizz  DATA: 00/03/1997 EDIÇÃO: 140  PÁG.: 86 

Você já experimentou?

O rock psicodélico faz trinta
anos e quem embarca na viagem é
você, com este teste ácido

 1. Em 1969, o guitarrista Jimi Hendrix montou a Band Of Gypsies ao lado do baixista Billy Cox e o baterista Buddy Miles. Cox foi colega de Hendrix no exército. Os dois:
 a) Serviram como atiradores de elite
 b) Serviram como pára-quedistas
 c) Serviram como garçons nas festas dos oficiais
 d) Serviram de fornecedores de lança-perfume
 e) Não serviram pra nada, estavam doidões

2. Os Beatles mudaram os rumos da música em 1967, com o lançamento de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Muitas das idéias desse disco foram aproveitadas de um álbum clássico de uma banda americana. Qual?
 a) The Pink Sphyncter, dos Honchos
 b) Pet Sounds, dos Beach Boys
 c) Press More And She Will Fart, dos Troggs
 d) Are You Experienced, Jimi Hendrix
 e) Pet Sounds, dos Beach Boys
 
 3. Frank Zappa ironizou o modo de vida dos hippies em We’re Only In It For The Money. Mas em 1963, ele já causava espanto ao aparecer num programa de calouros:
 a) Fantasiado de Girafa Priápica
 b) Inventando a dança da garrafa
 c) Mostrando a obra “Concerto Para Bicicleta”
 d) Peidando as sete notas musicais
 e) Fazendo um solo de trinta minutos
 
 4. O grupo Buffalo Springfield durou apenas três anos (de 1966 a 1969), mas dois de seus integrantes tiveram vida longa no rock’n'roll: Stephen Stills e Neil Young. Stills foi recusado numa banda famosa por “não ter o visual adequado”. Qual banda?
 a) Village People
 6) The Besuntated Dwarfs
 c) Carrapicho
 d) The Byrds
 e) Monkees
 
 5. Janis Joplin, ao lado da banda Big Brother And The Holding Company, arrebentou no Festival de Monterrey, em 1967. O álbum deles, Cheap Thrills, teve a capa desenhada por um cartunista famoso. Quem?
 a) Alex Raymond
 b) Carlos Zéfiro
 c) W. Epaa
 d) Walt Disney
 e) Robert Crumb
 
 6. Syd Barrett, Roger Waters, Nick Mason e Rick Wright eram estudantes de arquitetura em Londres quando, em 1964, decidiram formar o Pink Floyd. Três anos depois eles lançaram The Piper At The Gates Of Dawn, obra-prima do rock lisérgico. O nome Pink Floyd foi tirado:
 a) De uma viagem de cola de sapateiro
 b) Do livro O Senhor Dos Anéis De Couro
 c) De dois bluesmen, ídolos de Syd Barrett
 d) Da música “Pink Floyd Dropping From My Dick”
 e) De um tipo de ácido lisérgico

 7. The Byrds era um grupo influenciado por folk e country music cujos quatro primeiros discos são considerados clássicos. Qual a música deles tocada pelo grupo punk Husker Dü?
 a) “Mr. Tambourine Man”
 b) “Sorry Somehow”
 c) “Essa Nega Tá Fedendo”
 d) “Eight Miles High”
 e) “I Feel A Whole Lot Better”

 8. Surrealistic Pillow, o álbum de estréia do Jefferson Airplane, vendeu meio milhão de cópias em 1967. Nos anos 80, seu vocalista Marty Balin teve uma canção regravada por uma cantora brasileira. O nome dela:
 a) Marina
 b) Angela Rô Rô
 c) Edson Cordeiro
 d) Lady Zu
 e) Marisa Monte

 9. Em 1967, o grupo inglês The Who lançou Sell Out, um disco que satirizava a publicidade. A participação deles em Woodstock foi histórica. Tudo porque Pete Townshend:
 a) Gritou “Uêpa” e bailou salsa e merengue
 b) Tocou o hino nacional americano
 c) Tocou a 5ª Sinfonia de Beethoven
 d) Expulsou um líder hippie a golpes de guitarra
 e) Masturbou-se em frente às câmeras, de olho no bumbum de Roger Daltrey

 10. O Cream misturava blues pesado com solos longos e repletos de virtuosismo. Qual era a sua formação?
 a) Jimmy Page (guitarra); Keith Moon (bateria) e John Entwistle (baixo)
 b) Eric Clapton (guitarra); Ginger Baker (bateria) e Jack Bruce (baixo)
 c) Jeff Beck (guitarra); Ginger Baker (bateria) e Chris Dreja (baixo)
 d) Eric Clapton (guitarra); Keith Moon (bateria) e Dé (baixo)
 e) Jeff Beck (guitarra); Leospa (bateria) e Ricky Martin (por baixo)
 
 11. Liderado por Arthur Lee (guitarra e vocais), o grupo californiano Love tem como obra-prima o álbum Forever Changes (1968). Uma das faixas do disco foi regravada por uma banda de hard rock. A música e a banda são, respectivamente:
 a) “Alone Again Or”, U.F.O.
 b) “Toys In The Attic”, Aerosmith
 c) “Infinite Highway”, Capital Inicial
 d) “Rebel Maniac”, Viper
 e) “Just My Imagination”, Rolling Stones

 12. Liderado pelo guitarrista Jerry Garcia, o Grateful Dead é um dos símbolos do rock psicodélico. A legião de fãs malucos que acompanha o grupo por todo canto virou lenda também, sendo apelidada…
 a) Shitheads
 b) Braindeads
 c) Grateful Kids
 d) Bungholes
 e) Deadheads

TESTE DO PH CEREBRAL
 

12 acertos – Alka-Seltzer
 Você é o antiácido em forma de gente. Se sabe tudo isso, é porque não viveu a experiência. Botou debaixo da língua, mas não tragou.

 8 a 11 acertos – Patetinha
 Sua margem de acertos é de 3/4 (sempre uma boa fração, não é mesmo?)

 4 a 7 acertos – Danoninho
 Levemente acidulado, você tem lactobacilos vivos na memória.

 O a 3 acertos – Derretidão
 Você viu o circo pegar fogo dentro do seu próprio cérebro.

 Respostas: 1-b • 2-b • 3-c • 4-e • 5-e • 6-c • 7-d • 8-a •  9-a • 10-b • 11-a • 12-e





Cobertura da banca

7 01 2008

Na Cásper, sempre há um aluno de primeiro ou segundo ano cobrindo as bancas. Na nossa, não foi diferente. Demorou, mas finalmente saiu:

Ouvido aberto para psicodelia
Por Ana Paula de Deus, editora do site

54 entrevistados e um livro-reportagem de 228 páginas, acompanhado de um cd com formato de vinil, materializam a apuração do trabalho Psicodelia Brasileira: um mergulho na geração bendita, produzido pelas alunas Aline Ridolfi, Ana Paula Canestrelli e Tatiana K. de Mello Dias, e orientado pelo professor Welington Andrade.Aline, Ana Paula e Tatiana queriam fazer um trabalho relacionado à música, focado na produção brasileira durante a ditadura militar. Perceberem que muito já havia sido dito sobre o assunto, porém faltava material sobre as bandas que surgiram nesse período e enveredaram para cena underground, permanecendo quase que desconhecidas até hoje. O trio decidiu, então, resgatar a psicodelia brasileira, saber se havia sido de fato um movimento, como havia acontecido e que caminhos tomara. Para registrar todo o processo, montaram o blog Psicodelia Brasileira.“Durante a apuração, muitas histórias não batiam, ainda mais quando havia conflitos entre os integrantes das bandas”, disse Ana Paula, no dia da defesa do trabalho. Um exemplo disso são as divergências em algumas histórias contadas pelo cantor e apresentador Ronnie Von e Zé Guilherme, guitarrista da banda que acompanhava o primeiro. “Privilegiamos as histórias mais verossímeis”, completou Tatiana.

As alunas sabiam que a apuração teria que ser muito boa porque não havia material disponível sobre o tema com o qual estavam trabalhando. “O Google não ajudaria”, brincou Tatiana. Fazer o livro foi uma tarefa difícil porque tiveram que escrever sobre uma época que não viveram. “Ganhamos paciência, perseverança e cara de pau”, disse.

Okky de Souza, editor de Veja, só teve elogios ao trabalho: parabenizou a escolha do tema que trata de artistas “cujas histórias nunca foram contadas, como por exemplo, Vimána e Serguei”. Observou que há detalhes que só uma apuração muito bem feita poderia ter rendido. Okky disse que o texto não é de amador e elogiou “o sentido preciso de saber usar o humor”. O editor se surpreendeu pela qualidade do livro e por estar quase pronto para ir para as lojas. “É uma contribuição à música brasileira”, finalizou.

Editor da revista Rolling Stone, Pablo Miyazawa, gostou da maneira como o texto foi conduzido e ficou também surpreendido por “passar de um capítulo ao outro sem notar discrepância no estilo do texto, afinal foram seis mãos escrevendo”. Elogiou a mistura de gêneros do livro: há momentos em que predominam as características da crônica, da reportagem, “além dos rebusques de biografia”. Observou que, como leitor, esperava uma contextualização do que foi a psicodelia brasileira. “É um livro que falta no mercado, um produto que eu acredito”, disse.

O professor da Cásper Libero Luis Mauro de Sá Martino foi o último avaliador da banca a falar. Disse que uma das qualidades do livro é “entrar direto na psicodelia”, sem muitos rodeios. Parabenizou a diagramação do livro e o desenho de vinil do cd com as músicas psicodélicas. Disse que a escolha das bandas foi inteligente, deixando de fora os grupos maiores, como Os Mutantes e Secos e Molhados. O professor observou a falta de legenda e crédito em algumas imagens e sugeriu que algumas informações estivessem em boxes para evitar o excesso de dados no texto corrido.

Depois de tantos elogios e poucas ressalvas, a nota da banca para o livro-reportagem Psicodelia Brasileira: um mergulho na geração bendita foi dez.

Fonte: http://www.facasper.com.br/jo/notas.php?id_nota=583





Mantra do dia

10 12 2007

bancahojeansiedadenervosismomedo

Estamos aceitando doações de energias positivas, orações e dicas de chás calmantes

Vamo que vamo!