Som Imaginário, a missão

Enquanto lá fora todos aproveitam o feriado maravilhoso, a gente se interna na frente do computador. Como bem disse a Aline, estou no meio de um transe, ouvindo pela 19a vez o primeiro disco do Som Imaginário sem parar, praticamente louca por tabela. 40 páginas de word de entrevista, pra começar a escrever. É mole?

Mas deu pra dar umas risadas (nervosas):

“Era do bom! Vinha da Califórnia. Era uma coisinha, parecia um grafitezinho sextavado cor de laranja, e dava 12 horas de viagem. Sem anfetamina. O Marco Antonio Pena Araújo tomava três, quatro por dia” (Zé Rodrix).”Ele uma vez sumiu. Sumiu, sumiu, ficamos três dias sem saber dele, começou a dar aquele medo, por mais despreocupado que fosse, porque pela segurança de todos… então qdo descobriram ele tinha ido pro jardim botânico, ficou três dias, achando a vida um espetáculo, aquela coisa…” (Tavito)

“Uma coisa que nos diferenciava de todo mundo é que nós éramos um grupo com liberdade de pensamento político, e também sob o efeito de alguma magia, com tendência a rebeldia, e na época estávamos muito ligados ao espiritismo, budismo, cambomblé e muitas das nossas coisas eram baseados nessas crenças e experiências” (Milton Nascimento)

“Tava difícil até de cantar, o bagulho era tão forte que ficava todo mundo de boca seca, não vinha saliva, a gente ficava com dificuldade de cantar, era uma zoeira” (Fredera)



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