Paulicéia alternativa dos anos 70

“No início da década de 1970, eu praticava meditação em praça pública, mas não em qualquer uma. O parque Ibirapuera, dependendo do dia, era acolhedor para fazer ioga. Mas, como eu morava na fronteira entre Alto de Pinheiros e Pinheiros, escolhi a que hoje se chama praça do Pôr do Sol. Acho que teve um outro nome, mas fiquei feliz quando soube que o oficial ficou este, pois o grande show era, e continua sendo, o pôr do sol.

Lá perto, na Vila Madalena, eu alugava um estúdio com amigos artistas plásticos na rua Aspicuelta (quando ela tinha um pedaço sem saída) e dei as minhas primeiras aulas de ioga. Obviamente, não era esta Vila Madalena! Estava mais para um bairro do interior -um outro planeta sem bares, restaurantes ou livrarias.

Mas ser “alternativo”, “natureba” e praticante de ioga, naqueles tempos, era mais trabalhoso. Os restaurantes vegetarianos ou macrobióticos eram poucos. Se compararmos com hoje, pouquíssimos!

Tinha o restaurante Vegetariano Suíço da tia Lucia, bem grande, onde tudo era farto: saladas, sucos e a simpatia de uma senhora de uns 70 anos, típica suíça.”

Meu professor Sandro Bosco já era alternativo quando eu nem sonhava em nascer. E contou como era em uma crônica na Revista da Folha. Para ler o texto completo, clique aqui. (só assinantes).



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