Maior coleção de discos está à venda!

Direto da gringolândia…

Dono de loja põe à venda suposta maior coleção de discos do mundo

Aficionado de Pittsburgh tem mais de três milhões de álbuns.
Acervo está à venda no eBay por um lance inicial de US$ 3 milhões.

Do G1, em São Paulo
Divulgação
O colecionador de discos Paul Mawhinney. (Foto: Divulgação)

O dono da loja Record-Rama, em Pittsburgh, colocou seu acervo de três milhões de discos – incluindo LPs de 78 rotações, EPs e compactos de 45 polegadas, além de 300 mil CDs – à venda no site eBay. O lance mínimo é de US$ 3 milhões. Esta seria supostamente a maior coleção de discos do mundo – seu valor é estimado em mais de US$ 50 milhões.

Segundo nota publicada no blog “Mental Floss”, Paul Mawhinney decidiu se desfazer dos discos devido a problemas de saúde. Sua vontade é que as peças permaneçam juntas, em um museu ou arquivo musical.

Para estimular possíveis compradores, Mawhinney criou um site sobre a coleção. Entre outras informações, diz a página virtual que todos os gêneros da música americana estão representados: rock, jazz, country, R&B, blues, new age, folk, e até músicas de natal e canções infantis.

A coleção foi adquirida pelo dono ao longo de 50 anos. O blog aconselha: são mais de seis milhões de músicas. “Ao preço inicial, cada faixa custa US$ 0,50 – mais barato do que no iTunes.”

Quem topar uma vaquinha… estamos aí! rs

Aline 

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Teste a sua psicodelia!

Um amigo que tem muito o que fazer lá na editora Abril deu uma fuçadinha nos arquivos da Bizz e achou o seguinte teste! Valeu meu querido pinguim! 😉

Enjoy,

Aline

PUBLICAÇÃO: ShowBizz  DATA: 00/03/1997 EDIÇÃO: 140  PÁG.: 86 

Você já experimentou?

O rock psicodélico faz trinta
anos e quem embarca na viagem é
você, com este teste ácido

 1. Em 1969, o guitarrista Jimi Hendrix montou a Band Of Gypsies ao lado do baixista Billy Cox e o baterista Buddy Miles. Cox foi colega de Hendrix no exército. Os dois:
 a) Serviram como atiradores de elite
 b) Serviram como pára-quedistas
 c) Serviram como garçons nas festas dos oficiais
 d) Serviram de fornecedores de lança-perfume
 e) Não serviram pra nada, estavam doidões

2. Os Beatles mudaram os rumos da música em 1967, com o lançamento de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Muitas das idéias desse disco foram aproveitadas de um álbum clássico de uma banda americana. Qual?
 a) The Pink Sphyncter, dos Honchos
 b) Pet Sounds, dos Beach Boys
 c) Press More And She Will Fart, dos Troggs
 d) Are You Experienced, Jimi Hendrix
 e) Pet Sounds, dos Beach Boys
 
 3. Frank Zappa ironizou o modo de vida dos hippies em We’re Only In It For The Money. Mas em 1963, ele já causava espanto ao aparecer num programa de calouros:
 a) Fantasiado de Girafa Priápica
 b) Inventando a dança da garrafa
 c) Mostrando a obra “Concerto Para Bicicleta”
 d) Peidando as sete notas musicais
 e) Fazendo um solo de trinta minutos
 
 4. O grupo Buffalo Springfield durou apenas três anos (de 1966 a 1969), mas dois de seus integrantes tiveram vida longa no rock’n’roll: Stephen Stills e Neil Young. Stills foi recusado numa banda famosa por “não ter o visual adequado”. Qual banda?
 a) Village People
 6) The Besuntated Dwarfs
 c) Carrapicho
 d) The Byrds
 e) Monkees
 
 5. Janis Joplin, ao lado da banda Big Brother And The Holding Company, arrebentou no Festival de Monterrey, em 1967. O álbum deles, Cheap Thrills, teve a capa desenhada por um cartunista famoso. Quem?
 a) Alex Raymond
 b) Carlos Zéfiro
 c) W. Epaa
 d) Walt Disney
 e) Robert Crumb
 
 6. Syd Barrett, Roger Waters, Nick Mason e Rick Wright eram estudantes de arquitetura em Londres quando, em 1964, decidiram formar o Pink Floyd. Três anos depois eles lançaram The Piper At The Gates Of Dawn, obra-prima do rock lisérgico. O nome Pink Floyd foi tirado:
 a) De uma viagem de cola de sapateiro
 b) Do livro O Senhor Dos Anéis De Couro
 c) De dois bluesmen, ídolos de Syd Barrett
 d) Da música “Pink Floyd Dropping From My Dick”
 e) De um tipo de ácido lisérgico

 7. The Byrds era um grupo influenciado por folk e country music cujos quatro primeiros discos são considerados clássicos. Qual a música deles tocada pelo grupo punk Husker Dü?
 a) “Mr. Tambourine Man”
 b) “Sorry Somehow”
 c) “Essa Nega Tá Fedendo”
 d) “Eight Miles High”
 e) “I Feel A Whole Lot Better”

 8. Surrealistic Pillow, o álbum de estréia do Jefferson Airplane, vendeu meio milhão de cópias em 1967. Nos anos 80, seu vocalista Marty Balin teve uma canção regravada por uma cantora brasileira. O nome dela:
 a) Marina
 b) Angela Rô Rô
 c) Edson Cordeiro
 d) Lady Zu
 e) Marisa Monte

 9. Em 1967, o grupo inglês The Who lançou Sell Out, um disco que satirizava a publicidade. A participação deles em Woodstock foi histórica. Tudo porque Pete Townshend:
 a) Gritou “Uêpa” e bailou salsa e merengue
 b) Tocou o hino nacional americano
 c) Tocou a 5ª Sinfonia de Beethoven
 d) Expulsou um líder hippie a golpes de guitarra
 e) Masturbou-se em frente às câmeras, de olho no bumbum de Roger Daltrey

 10. O Cream misturava blues pesado com solos longos e repletos de virtuosismo. Qual era a sua formação?
 a) Jimmy Page (guitarra); Keith Moon (bateria) e John Entwistle (baixo)
 b) Eric Clapton (guitarra); Ginger Baker (bateria) e Jack Bruce (baixo)
 c) Jeff Beck (guitarra); Ginger Baker (bateria) e Chris Dreja (baixo)
 d) Eric Clapton (guitarra); Keith Moon (bateria) e Dé (baixo)
 e) Jeff Beck (guitarra); Leospa (bateria) e Ricky Martin (por baixo)
 
 11. Liderado por Arthur Lee (guitarra e vocais), o grupo californiano Love tem como obra-prima o álbum Forever Changes (1968). Uma das faixas do disco foi regravada por uma banda de hard rock. A música e a banda são, respectivamente:
 a) “Alone Again Or”, U.F.O.
 b) “Toys In The Attic”, Aerosmith
 c) “Infinite Highway”, Capital Inicial
 d) “Rebel Maniac”, Viper
 e) “Just My Imagination”, Rolling Stones

 12. Liderado pelo guitarrista Jerry Garcia, o Grateful Dead é um dos símbolos do rock psicodélico. A legião de fãs malucos que acompanha o grupo por todo canto virou lenda também, sendo apelidada…
 a) Shitheads
 b) Braindeads
 c) Grateful Kids
 d) Bungholes
 e) Deadheads

TESTE DO PH CEREBRAL
 

12 acertos – Alka-Seltzer
 Você é o antiácido em forma de gente. Se sabe tudo isso, é porque não viveu a experiência. Botou debaixo da língua, mas não tragou.

 8 a 11 acertos – Patetinha
 Sua margem de acertos é de 3/4 (sempre uma boa fração, não é mesmo?)

 4 a 7 acertos – Danoninho
 Levemente acidulado, você tem lactobacilos vivos na memória.

 O a 3 acertos – Derretidão
 Você viu o circo pegar fogo dentro do seu próprio cérebro.

 Respostas: 1-b • 2-b • 3-c • 4-e • 5-e • 6-c • 7-d • 8-a •  9-a • 10-b • 11-a • 12-e


Ainda sobre Mautner e Macalé…

Mautner e Macalé são duas fontes do nosso livro, além de músicos excepcionais e mais do que consideráveis dentro do contexto deste blog. Reforçando a recomendaçao do show que acontece hoje e amanhã aqui em SP, uma matéria da Folha Online:

16/02/200811h07

Mautner e Macalé se encontram no Sesc

RAQUEL COZER
da Folha de S.Paulo

Não se pode esperar nada de rigoroso quando Jorge Mautner, 67, e Jards Macalé, 64, dividem o palco. Parceiros ocasionais nas últimas décadas, os dois se reencontram hoje e amanhã na série “Encontros”, no Sesc Vila Mariana, para noites em que a única regra é a liberdade –enquanto Mautner recita de cor e cantarola trechos do roteiro definido para o show, Macalé decide sua parte ao sabor do momento.

“Lê pra mim as músicas que estão aí”, pede ele, ao telefone, ao saber da listagem enviada por e-mail pela assessoria de imprensa. “Não, faz o seguinte”, delibera, após dois segundos de avaliação, “tira o “Samba dos Animais”, que nem é minha, e põe no lugar “O Planeta dos Macacos” [dele com Mautner].”

A música estará então no encerramento, em que os dois tocam juntos. Antes, Macalé interpreta, sem o colega, “Revendo Amigos” e “Anjo Exterminado” (ambas dele com Waly Salomão), além de clássicos como “Contrastes” (Ismael Silva) e “Consolação” (Baden Powell e Vinicius de Moraes).

Sobre sua parte solo, Mautner adianta até uma piada de rabino ao fim de “Morre-se Assim”, parceria com Nelson Jacobina que entrou no álbum lançado em 2002 com Caetano Veloso, “Eu Não Peço Desculpa”. Ao violão, Jacobina segue Mautner em parcerias dos dois, como “Maracatu Atômico” e “O Executivo-Executor” (que, diz Mautner, o violonista cantará pela primeira vez).

“Puntos Cardinales”

Jorge Mautner e Jards Macalé se conheceram no apartamento de Gilberto Gil, em Londres, no fim dos anos 60. Na época, o primeiro filmava o underground “O Demiurgo”.

“Cheguei lá e Jorge inventou um personagem pra mim”, diz Macalé. “Foi uma empatia, porque ele é um cara… Pô, não dá para adjetivar Jorge Mautner.”

Dessa empatia saíram músicas como “Puntos Cardinales”, outra das previstas (e confirmadas por Macalé) para o fim do show e que, não por acaso, às vezes aparece com o nome Fidel Castro entre os créditos.

A música foi composta em 1973, quando Macalé organizava um show para o 25º aniversário da Declaração dos Direitos Humanos, com o apoio da ONU. “Eles [do escritório carioca da ONU] me davam umas fitinhas para ajudar no trabalho. De repente, achei um discurso de Fidel, inflamadíssimo, que terminava com: “La revolución son nuestros puntos cardinales”. Liguei pro Jorge e disse: “Saca só isso aqui”. Horas depois, ele veio com a letra pronta”, diz o autor da melodia.

Das implacáveis palavras do comandante cubano saiu o bolero-mambo-canção de amor. “Para nós, “puntos cardinales” são beijos de amor”, diz Mautner, e dá uma risada.

Disco e livro

As parcerias na criação podem voltar no próximo CD de Macalé. “Temos duas músicas em perspectiva; ele vai escolher ainda as letras”, adianta Mautner. “Pô, mas ele abre o jogo todo! Isso é segredo”, reclama o dono do álbum (a ser lançado pela Biscoito Fino), antes de confirmar só um “Ne me Quitte Pas” em “versão Macalé”.

Mautner, que há um ano prometia lançar até o fim do ano (passado) um livro sobre Gilberto Gil, diz que a obra deve estar pronta até… o fim do ano.

“Aaaah, tô quase acabando, sai neste ano, se Deus quiser! São tantas descobertas estrondosas que resolvi agora fazer em dois volumes”, justifica.

SÉRIE ENCONTROS
Quando: hoje, às 21h; amanhã, às 18h
Onde: Sesc Vila Mariana (r. Pelotas, 141, tel. 5080-3000)
Quanto: R$ 5 a R$ 20

 

É isso. Show assim não se perde e acabei de voltar do Sesc com meu ingressinho na mão e com a boa notícia de que ainda restam lugares disponíveis para as duas datas!

 

Enjoy e para ouvir um pouquinho de Mautner e de Macalé, é só clicar aqui e aqui.

 

Aline


Psicodelia Brasileira recomenda: Jards Macalé e Jorge Mautner juntos


Programaço para os paulistanos neste final de semana: Jards Macalé e Jorge Mautner tocam juntos no Sesc Vila Mariana. Como se não bastasse, o show ainda tem a participação de Nelson Jacobina.

Confira o repertório:

Jards Macalé
Contrastes (Ismael Silva)
Favela (Padeirinho / Jorginho)
Anjo Exterminado (Jards Macalé / Waly Salomão)
Falam de Mim (Noel Rosa de Oliveira / Edson Silva/ Anibal Silva)
Revendo Amigos (Jards Macalé / Waly Salomão)
Boneca Semiótica (Jards Macalé / Rogerio Duarte / Chacal / Duda)
Coração de Brasil (Jards Macalé)

Jorge Mautner
Homem Bomba (Jorge Mautner/Caetano Veloso )
Os Pais (Jorge Mautner )
Todo Errado (Jorge Mautner )
O Executivo-Executor (Jorge Mautner/Nelson Jacobina )
Vampiro (Jorge Mautner )
Maracatu Atômico (Jorge Mautner/Nelson Jacobina )

Juntos:
Pula-Pula (Jards Macalé / Capinan)
Samba dos Animais (Jards Macalé / Jorge Mautner)
Puntos Cardinales (Jorge Mautner / Jards Macalé )

Serviço:
Série Encontros – Jorge Mautner e Jards Macalé
Sábado (16) às 21h e domingo (17) às 18h
Preço: R$ 20,00 (inteira)
Sesc Vila Mariana
Rua Pelotas, 141

Tati


Quer saber como foi?

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O Carnaval se foi e segundo relatos, o Festival Psicodalia superou expectativas. Aliás, não só o Festival em si, mas o tão aguardado show do Casa das Máquinas parece ter aquecido os ânimos dos fãs de rock-setentista-brasuca, como narra quem esteve lá: Daniel de Boni, professor de filosofia.
É difícil exprimir o que senti no show do Casa. Uma energia, uma vibração contínua tomou conta do recinto de shows do Psicodália. Mesmo sem sua formação original, o Casa voltou a fazer rock de gente grande e transportou a galera de volta à áurea época dos anos 70. Começar com “Essa é a vida” já foi pra botar o recinto abaixo. Terminar com “Sanduíche de queijo” foi no mínimo formidável e até surpreendente. Um show pra ficar na história não só do rock nacional, como também mundial, já que se trata de uma das maiores bandas que já surgiram nesse planeta. Enfim, posso dizer que fui no melhor show da minha vida até hoje. Sei que dificilmente verei um show tão fantástico, tampouco verei o Casa das Máquinas outra vez. Sorte de quem viu. Não só sorte mas privilégio!”
É isso aí minha gente: quem foi, foi… Ah… sorte que tem youtube!
Aline – que não consegue tirar o alinhamento central deste post!